Archived 2011-2012 topics: Orinoco Goose (Neochen jubata): request for information

This discussion was first published on Dec 1 2010 as part of the 2010-2011 Red List update, but remains open for comment to enable reassessment in 2012.

Initial deadline for comments: 31 January 2012.

Link to BirdLife species factsheet for Orinoco Goose

Orinoco Goose Neochen jubata is listed as Near Threatened under criteria A2c,d; A3c,d; A4c,d on the basis that it is suspected to be undergoing a continued decline of 1-19% over 10 years owing to heavy and ongoing hunting pressure.

Recently, concern has been expressed over the conversion of suitable habitat in Venezuela for agriculture, particularly for rice cultivation, some of which is taking place in formerly protected areas (C. Sharpe in litt. 2010). Further information is requested on this potential threat, including the likely impact on the species. A request is also made for up-to-date information on this species’s status throughout its range, including estimations of population sizes and trends at national and global levels and details on the severity of threats. The species’s population trend should be estimated for a period of 23 years (estimate of three generations).

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6 Responses to Archived 2011-2012 topics: Orinoco Goose (Neochen jubata): request for information

  1. Rob Clay says:

    There are no recent records of this species in Paraguay – it remains known from just two records, one in 1990 (one bird near the Bolivian border) and one in 1992 (two in the central Chaco) and is generally considered a vagrant to the country.

  2. I’m Diego Guevara a biology student from UNALM, Peru. I saw one Orinoco goose at Tambopata river in my wat to TRC last November. Local guides told me that somethimes they see them but in little numbers. One of them told me that he saw Many of them at Bolivia, it might be a good idea to consult someone from there. Hope this helps.

  3. Tulio Dornas says:

    A região da Ilha do Bananal, no rio Araguaia, no estado do Tocantins, Brasil, tem se mostrado numa região com grande contingente populacional da espécie. Desde de 2006 vejo inúmeros indivíduos nas margens e praias do rio Araguaia, rio Coco e rio Javaés. Em alguns casos inclusive, fêmeas com seus filhotes e bandos de mais de 30 indivíduos forrageando.

    http://www.wikiaves.com.br/103651&p=1&t=b

    http://www.wikiaves.com.br/103652&t=b&p=1

  4. We have recently tracked a pair of geese from Manu National Park to lakes near the Rio Mamore in Bolivia. The male of the pair stopped sending data shortly after arrival, indicating a possible loss to hunting. The female is still sending information, with movements viewable on movebank.org to the general public. Because of their low numbers (20-30 breeding pairs maximum in Manu), migratory behavior, and potentially growing losses to hunting outside Manu, I would consider the Manu population to be at high risk.

  5. During 2002-2004, I only once saw an Orinoco Goose along the Madre de Dios River during many trips, compared to multiple geese between Boca Manu and Cocha Cashu along the Manu River in one round trip. This gave me the impression that human pressure had either largely extirpated the goose or scared them away from the main trunk of the Madre de Dios, particularly between Laberinto and the Los Amigos river.

  6. Tulio Dornas says:

    Constatei a presença de bandos de algumas dezenas de indivíduos junto a arrozais na região de Lagoa da Confusão, oeste do estado do Tocantins, Brasil. Se por um lado alimentavam-se de brotos de arroz, recurso alimentar de fácil obtenção e grande quantidade, por outro lado estavam certamente sendo alvo de agrotóxicos e pesticidas, tanto pela ingestão quanto contato direto, já que estas lavouras são pulverizadas por maquinário terrestre e aéreo.

    No portal wikiaves há uma gama de registros da espécie para vale do rio Araguaia (rio Araguaia, Ilha do Bananal, rio das Mortes, rio Javaés) entre os estados de Mato Grosso, Tocantins e Goiás – http://www.wikiaves.com.br/mapaRegistros_pato-corredor

    Censos fluviais entre 2005 e 2006, realizados na região do Parque Estadual do Cantão (T. Dornas e R.T. Pinheiro dados em submissão), permitiram estimar uma abundância média de 2,5 a 3 indivíduos a cada 10km, com picos em agosto de 2006 de 6,25 indivíduos da espécie a cada 10km permitindo uma extrapolação de algo entre 2.000 e 3.000 indivíduos para a região da Ilha do Bananal (excluí-se aqui, trechos do rio Araguaia a montante da Ilha do Bananal e a jusante do Parque Estadual do Cantão, e rio das Mortes e outros afluentes no estado do Mato Grosso.

    Recente registro no rio Tocantins, no extremo sul do estado do Tocantins, mostra a espécie em Ilha fluvial em reservatório de hidrelétricas conforme foto de Tiago Junqueira (2010 – http://www.wikiaves.com.br/431430&p=1&t=c&c=1720259&s=10032)
    o que necessariamente não reflete em uma suposta adaptação a este novo tipo de ambiente por parte da espécie, pois nada se sabia a respeito do comportamento e hábitos alimentares de N. jubata na região anteriormente a construção do reservatório.

    Entretanto para o restante do Brasil, principalmente região Amazônica, quase nada se sabe sobre a espécie, sobretudo aspectos populacionais, sendo N. jubata conhecida apenas por registros esporádicos relacionados a estudos de inventariamento ou atividades de birdwatching.

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